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Dólar hoje sobe com foco em dados dos EUA e à espera do presidente do Fed
Resumo:A divulgação dos indicadores guia os mercados em relação aos próximos passos dos juros na maior economia do mundo
O dólar opera em alta frente ao real e à maior parte das moedas internacionais nesta quarta-feira (1º), à medida que investidores repercutem novos dados do mercado de trabalho dos Estados Unidos e reavaliam as expectativas para a política monetária do Federal Reserve (Fed). A divulgação dos indicadores guia os mercados em relação aos próximos passos dos juros na maior economia do mundo.
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Qual foi a cotação do dólar hoje?
Às 9h27, dólar à vista subia 0,53%, aos R$ 5,191 na venda. O dólar futuro para agosto — que se tornou o mais líquido do mercado brasileiro — avançava 0,57% na B3, aos R$ 5,230.
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Baixe agora (e de graça)! Dólar comercialO que aconteceu com o dólar hoje?
O número de empregos no setor privado dos Estados Unidos cresceu menos do que o esperado em junho, mas uma queda acentuada nas missões planejadas indicaram condições benéficas no mercado de trabalho no mês passado.
A economia dos EUA abriu 98.000 postos de trabalho no setor privado no mês passado, após 122.000 em maio em dado não revisado, segundo o relatório nacional de emprego da ADP. Economistas consultados pela Reuters conseguiram prever a abertura de 118.000 vagas no setor privado.
O relatório da ADP é elaborado em parceria com o Stanford Digital Economy Lab e publicado antes do relatório de emprego de junho do Escritório de Estatísticas do Trabalho, que será divulgado na quinta-feira. A ADP tem mostrado um indicador pouco preciso para a estimativa do escritório sobre o número de empregos no setor privado.
O mercado também estará de olho nos comentários do presidente do Federal Reserve (Fed), Kevin Warsh, no painel de política monetária do Fórum de Sintra, em um momento em que os investidores aumentam as apostas em taxas de juros mais altas.
No Brasil, destaque para a pesquisa eleitoral Atlas/Bloomberg mostrando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva com vantagem sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) na disputa pelo Planalto.
Lula tem 48,8% das intenções de voto no segundo turno, contra 42,3% de Flávio, segundo a sondagem. Em abril, ambos estavam empatados com 48%. A margem de erro é de 1 ponto percentual para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
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